Sugestão musical: Morphine – Like Swimming

Uma espécie de prato do dia que se come pelos ouvidos.

1. Lilah 2. Potion  3. I Know You (Part III) 4. Early To Bed 5. Wishing Well 6. Like Swimming 7. Murder For The Money 8. French Fries With Pepper 9. Empty Box 10. Eleven o’ Clock 11. Hanging On A Curtain 12. Swing It Low

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Treino no PR5TER

Eu tinha duas opções: a) esticar o treino indo até à Serreta pelo asfalto, ao longo de 36 km, aumentando o tempo e consequentemente a distância do treino agendado para hoje, ou, b) respeitar o agendamento e correr num trilho durante cerca de duas horas. A escolha não foi difícil e optei pela opção b).

Fui para o trilho PR5TER – Fortes de São Sebastião. Conheço bem a zona por onde passa o percurso do trilho e os respectivos pontos de interesse histórico – as fortificações de defesa marítima (séc. XVI – XVII) -, apesar de só hoje o ter percorrido desde que o tornaram num percurso oficialmente turístico, digamos assim. A única zona que desconhecia é a parte em que saindo do Forte do Bom Jesus, subindo pela pastagem, nos leva por entre o arvoredo, numa primeira fase, e outra pastagem, numa segunda, até ao Pico dos Comos, o ponto mais alto do trilho e ao qual eu não ia há uns 7 ou 8 anos, pelas minhas contas.

É um trilho interessante para correr, com algumas zonas muito técnicas onde convém ter especial cuidado para não resvalar para o mar, e outras, a maioria, totalmente “corríveis”, inclusive nas subidas, considerando que não são íngremes. Aliás, este trilho tem pouco desnível, o que não abona a seu favor para a prática de trail running.

A distância até à estrada regional que vai para a freguesia de São Sebastião tem pouco mais de 5 km, o que é pouco para correr. Como o meu carro estava no início do trilho, somei quase mais 2 km até chegar ao local de partida. Lá chegado, com cerca de 7 km e 45 minutos de treino, não pensei duas vezes e fiz a segunda volta, de forma a aproximar-me do que estava agendado para hoje.

Este treino soube-me particularmente bem depois de uma semana em que prevaleceram os problemas a nível pessoal e as respectivas preocupações no que diz respeito às decisões com o objectivo de resolvê-los.

Na segunda volta fiz uma selfie… Hei-de aproveitá-la para olhar para ela e recordar-me do quanto a corrida consegue ajudar-me a pôr a cabeça em ordem para os desafios que a vida apresenta. A fotografia também há-de ir para o Facebook. 🙂

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Sugestões de leitura

Eu nem sei há quanto tempo não fazia uma limpeza e arrumação à secção “Outros marcadores” no Firefox. O que sei é que tinha lá um amontoado de ligações guardadas sem ordem nem nexo e que me levou mais de uma hora a organizar – uns seguiram para as pastas que tenho organizadas por tópicos no menu de marcadores, outros foram eliminados.

De entre as ligações que estavam entregues à sua sorte, li algumas pela primeira vez (é a tal coisa… guardar para ler mais tarde) e outras reli. Das que tornei a ler, guardei as que estão abaixo. São artigos – e um poema – que, do meu ponto de vista, não só são interessantes como sinto que tornarei a ler. Por este estes dois motivos guardei-os.

A quem interessar espreitá-los, deixo-os abaixo. Quem sabe encontram entre eles alguns que serão também do vosso interesse. Não estão listados por nenhum tema ou assunto em particular. Chegaram aqui pela mesma ordem com que saíram da pasta dos marcadores desorganizados.

Bom proveito, se for caso disso.

O conceito fundamental não é a confiança mas a confiabilidade
Why Bad Habits Are So Easy to Make and So Hard to Break
10 Ways Introverts Interact Differently With The World
How You Can Outsmart Your Own Stupidity
Ensinar para a desobediência
A incrível viagem de Donald Crowhurst, o homem que se matou por vergonha
O vagabundo dos mares do sul que desapareceu para se salvar
This is how Big Oil will die
IoT: a pele digital que está a cobrir o planeta
A Fotografia e o Processo de Construção Social da Memória
Dos algoritmos enquanto construtores de mundos
No tempo em que Portugal era apenas uma ilha e D. António I era o Rei
What are the Drivers Behind Economic Globalization?
Market Civilization and Its Clash with Terror
Photographer Kevin Frayer is pushing beyond ‘otherness’ to show the real China
A lei do mais forte
How Evolution Made Humans the Best Long-Distance Runners on Earth
How running made us human: Endurance running let us evolve to look the way we do
O poema que inspirou Nelson Mandela em seus 27 anos de prisão

Vá p’ra fora cá dentro [ilha Terceira, Agosto de 2016]

Algumas das consequências visuais (além das que ficam retidas na memória, ao lado das emoções) resultantes dos passeios que temos feito na ilha Terceira, onde vivemos, cumprindo o slogan “Vá para fora cá dentro”.

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A Leonor nas Furnas do Enxofre.
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Vista para a Serra de Santa Bábara, parcialmente coberta.
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Cheirando o bafo da Terra nas Furnas do Enxofre
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A Francisca na Lagoa da Falca
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Ainda na Lagoa da Falca (já a Francisca tinha escapado).
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Idem
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De papo para o ar (é tão bom…).
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O pico do Pico, entre o mar e o céu, visto da Serra de Santa Bárbara.
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Vista para as freguesias São Mateus, São Bartolomeu, Cinco Ribeiras e Santa Bárbara, a partir da serra.
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Pôr-do-sol nas Cinco Ribeiras
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Idem (será que conseguiram criar a ilusão?)
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Idem

flickr.com/photos/miguelcbettencourt

O terceiro dia do Alive ’17 [a propósito do Benjamin]

No terceiro e último dia do NOS Alive 2017 (o único dia em que fui ao festival) houve três concertos que eu tinha intenção de assistir: Benjamin Booker, Fleet Foxes e Depeche Mode, sendo este último o principal motivo para ir ao Alive ’17. Pelo meio destes três houve muitos outros concertos, uns de grupos e músicos que eu já conhecia e outros que não me importava de conhecer. Ou seja, o que eu conseguisse apanhar, além dos três referidos, seria bem-vindo.

O problema dos festivais como o NOS Alive é o facto de estar a decorrer mais do que um concerto em simultâneo, o que muitas vezes torna difícil, ou impossível, a possibilidade de assistirmos a tudo o que gostamos, ou pretendemos assistir. Foi o que aconteceu comigo em relação ao concerto dos Fleet Foxes – não consegui apanhá-lo. Tive pena, mas não veio daí mal ao mundo.

Um dos outros dois concertos que queria ver foi o do Benjamin Booker e este vi-o do início ao fim. Gostei muito. O gajo tem garra (todos os que estiveram em palco com ele a têm) e é um rock que me agrada – eu nem estava para escrever nada sobre o que vivi no terceiro dia do festival, mas estar aqui a ouvir Benjamin Booker com os auscultadores nos ouvidos levou-me a partilhar a música Violent Shiver.

Ei-la, é só clicar no play.

Em relação ao concerto que verdadeiramente me levou ao Alive, e que me teria levado ainda que fosse o único grupo a passar lá naquele dia, Depeche Mode, digo apenas que ainda o tenho colado à pele. Ponto. Antes deles assisti a uma boa parte do concerto dos Imagine Dragons, mas continua a ser um grupo cuja música não me mexe com os humores.

As boas surpresas dentro dos tais concertos que conseguisse apanhar foram Plastic People e Marvel Lima. Já tinha ouvido qualquer coisa de ambos, mas vim de lá convencido de que prestarei mais atenção a eles a partir dos momentos em que os vi nos palcos em que actuaram. Outra actuação de que gostei foi a do Filho da Mãe, no coreto do recinto onde decorreu o festival.

E pronto, é isto.