Compreendendo a ascensão da China

A China representa um dos melhores exemplos – o melhor, diria – de uma economia em franca ascensão e, indicam as estimativas, dominará a economia global dentro de aproximadamente uma década.
Há alguns anos que se fala no fenómeno que é o crescimento económico chinês (asiático, se olharmos para um outro exemplo: a Indía), mas para percebermos o que o motivou torna-se necessário compreender os alicerces que o têm suportado.
“Ao falar no TED Salon em Londres, o economista Martin Jacques pergunta: Como devemos nós, no Ocidente, entender a China e a sua ascenção fenomenal? O autor de “When China Rules the World” examina a perplexidade do Ocidente perante o crescente poderio da economia chinesa, e apresenta três grandes alicerces para a compreensão da China e daquilo em que ela se tornará.”

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Ainda neste tema não posso deixar de recomendar a leitura do artigo de Helena Oliveira no Portal VER: Conferência AESE-Boyden – Cultura é a grande “muralha” da China.
“O impacto da participação chinesa na economia mundial, a sua musculatura financeira e a sua fome por matérias-primas está realmente a alterar as nossas vidas e as das gerações vindouras”. Este foi o mote para o estudo “Multiculturalismo: o presente da China para a economia global?” apresentado esta semana pela consultora Boyden na AESE. O VER, em conversa com o responsável pelo relatório, Brian Renwick, enquadra as suas principais conclusões, nomeadamente a questão cultural, que impede as empresas chinesas de realizarem todo o seu potencial.” (Ler artigo completo)

Nota: ao ler o artigo, concretamente no que concerne a algumas posições de Brian Renwick, recordei, por momentos, a tal arrogância e ignorância que Martin Jacques referiu.
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Publicado por

Miguel Bettencourt

Marido, pai, informático e entusiasta da fotografia. Corro, não só pelo prazer que a corrida me proporciona, mas sobretudo porque posso correr.

Uma opinião sobre “Compreendendo a ascensão da China”

  1. Adorei o filme, esperei para o fim para ver se falava dos efeitos da mudança de liderança e fê-lo de uma forma soft.
    A China cresce e não tem dívida porque a qualidade de vida não avança mais rápido que a sua economia, a Europa à séculos que tem o bem-estar dependente do que extrai pela força ao resto do mundo e criou um monstro que é de se ter habituado a exigir sempre mais do que aquilo que podia.
    Por fim o negro da questão: a Europa hostilizou e hostiliza todos os povos que explorou, isto é também toca um pouco aos EUA, veja-se o que se passa em Lampedusa, mas quando o resto do mundo tiver como líder a China, que trabalha não só economica, mas também politicamente, desejar a revanche, será tarde para este Continente berço da globalização.

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