Não há volta a dar

Por muito que queiramos, e tentemos, não cair na tentação (passe-se a redundância), o facto é que o esforço para não fazermos juízos de valor por vezes acaba por revelar-se uma luta inglória, da qual podemos sair desarmados. Que se lixe. Bom ano 2012, dentro do possível.

Imagem copiada daqui.

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Publicado por

Miguel Bettencourt

Marido, pai, informático e entusiasta da fotografia. Corro, não só pelo prazer que a corrida me proporciona, mas sobretudo porque posso correr.

2 opiniões sobre “Não há volta a dar”

  1. Viver é efectuar juízos. Passas o dia a fazê-lo, queiras ou não. E é isso que te permite escolher A e não B. Vestir calças em vez de calções, beber café ao pequeno-almoço, em vez de um copo de vinho tinto. Ir a pé, em vez de levar o carro. Juízos sobre pessoas não são assim tão diferentes, com o senão das pessoas serem – e ainda bem – muito menos imutáveis do que a maior parte dos alvos de juízos que diariamente realizamos.

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