Batalhas de titãs

A pausa durou mais dias do que eu desejaria. Quando retomei a leitura, na página onde o marcador permaneceu durante o período em que o Arquipélago aguardou, serenamente, que eu tornasse a dedicar-lhe a minha atenção, tive de voltar atrás, quase ao início do capítulo em curso, para recordar um e outro pormenor acerca do contexto da passagem que se estendia, parágrafo após parágrafo, em frente aos meus olhos – não é apenas o diabo que se esconde nos pormenores; é igualmente o fio condutor da história que lemos.

Muito tem sido dito e escrito sobre o Arquipélago desde o seu lançamento. Da minha parte, para já escrevo o seguinte, em jeito de dúvida, mesmo não tendo terminado ainda a sua leitura: entre o mau tempo que nos invernos (e mais além…) fustiga a ilha do litoral ao interior, e os terramotos, que mesmo não atingindo frequentemente uma magnitude que nos deixa impotentes e receosos, entre um e outro, dizia, não sei qual deles me convencerá de quem manda aqui, nestas ilhas. São batalhas de titãs, contudo.

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Publicado por

Miguel Bettencourt

Marido, pai, informático e entusiasta da fotografia. Corro, não só pelo prazer que a corrida me proporciona, mas sobretudo porque posso correr.

3 opiniões sobre “Batalhas de titãs”

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