Bailinho de Carnaval: "Cada um é p’ra aquilo que nasce"

Tive o privilégio de integrar este grupo no Carnaval de 2016. Além do privilégio, foi um enorme prazer. É o Bailinho da Filarmónica União Praiense e levámos aos salões da ilha Terceira o assunto “Cada um é p’ra aquilo que nasce”, escrito pelo Clélio Meneses (assunto e cantigas), com música a cargo do Luís Gil Bettencourt.

Fotografia: Pedro Meneses (clicar na imagem para aumentar)

Durante quatro dias percorremos grande parte da ilha, colaborando assim para aquele que já foi (ainda é) considerado como o maior festival de teatro popular do mundo (in O Carnaval na ilha Terceira, por Luíz Fagundes Duarte).

Foram quatro dias intensos (após cerca de quatro semanas de ensaios), durante os quais alicercei novas amizades e descobri o “lado de dentro” do Carnaval terceirense, tendo sido muitíssimo bem recebido pelo grupo, ao qual dei o meu melhor para estar à altura do conjunto no seu todo. De resto, o curioso é que eu nunca liguei grande coisa a esta manifestação popular tão própria da ilha onde nasci e vivo. Foi, portanto, uma enorme descoberta e conto repetir a experiência. A semente germinou.

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Publicado por

Miguel Bettencourt

Marido, pai, informático e entusiasta da fotografia. Corro, não só pelo prazer que a corrida me proporciona, mas sobretudo porque posso correr.

2 thoughts on “Bailinho de Carnaval: "Cada um é p’ra aquilo que nasce"”

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