O terceiro dia do Alive ’17 [a propósito do Benjamin]

No terceiro e último dia do NOS Alive 2017 (o único dia em que fui ao festival) houve três concertos que eu tinha intenção de assistir: Benjamin Booker, Fleet Foxes e Depeche Mode, sendo este último o principal motivo para ir ao Alive ’17. Pelo meio destes três houve muitos outros concertos, uns de grupos e músicos que eu já conhecia e outros que não me importava de conhecer. Ou seja, o que eu conseguisse apanhar, além dos três referidos, seria bem-vindo.

O problema dos festivais como o NOS Alive é o facto de estar a decorrer mais do que um concerto em simultâneo, o que muitas vezes torna difícil, ou impossível, a possibilidade de assistirmos a tudo o que gostamos, ou pretendemos assistir. Foi o que aconteceu comigo em relação ao concerto dos Fleet Foxes – não consegui apanhá-lo. Tive pena, mas não veio daí mal ao mundo.

Um dos outros dois concertos que queria ver foi o do Benjamin Booker e este vi-o do início ao fim. Gostei muito. O gajo tem garra (todos os que estiveram em palco com ele a têm) e é um rock que me agrada – eu nem estava para escrever nada sobre o que vivi no terceiro dia do festival, mas estar aqui a ouvir Benjamin Booker com os auscultadores nos ouvidos levou-me a partilhar a música Violent Shiver.

Ei-la, é só clicar no play.

Em relação ao concerto que verdadeiramente me levou ao Alive, e que me teria levado ainda que fosse o único grupo a passar lá naquele dia, Depeche Mode, digo apenas que ainda o tenho colado à pele. Ponto. Antes deles assisti a uma boa parte do concerto dos Imagine Dragons, mas continua a ser um grupo cuja música não me mexe com os humores.

As boas surpresas dentro dos tais concertos que conseguisse apanhar foram Plastic People e Marvel Lima. Já tinha ouvido qualquer coisa de ambos, mas vim de lá convencido de que prestarei mais atenção a eles a partir dos momentos em que os vi nos palcos em que actuaram. Outra actuação de que gostei foi a do Filho da Mãe, no coreto do recinto onde decorreu o festival.

E pronto, é isto.

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Publicado por

Miguel Bettencourt

Marido, pai, informático e entusiasta da fotografia. Corro, não só pelo prazer que a corrida me proporciona, mas sobretudo porque posso correr.

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