Manhã de Agosto [Praia da Vitória]

De bicicleta, pedalando e fotografando, numa manhã de Domingo. Num Agosto que parece Setembro.

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O terceiro dia do Alive ’17 [a propósito do Benjamin]

No terceiro e último dia do NOS Alive 2017 (o único dia em que fui ao festival) houve três concertos que eu tinha intenção de assistir: Benjamin Booker, Fleet Foxes e Depeche Mode, sendo este último o principal motivo para ir ao Alive ’17. Pelo meio destes três houve muitos outros concertos, uns de grupos e músicos que eu já conhecia e outros que não me importava de conhecer. Ou seja, o que eu conseguisse apanhar, além dos três referidos, seria bem-vindo.

O problema dos festivais como o NOS Alive é o facto de estar a decorrer mais do que um concerto em simultâneo, o que muitas vezes torna difícil, ou impossível, a possibilidade de assistirmos a tudo o que gostamos, ou pretendemos assistir. Foi o que aconteceu comigo em relação ao concerto dos Fleet Foxes – não consegui apanhá-lo. Tive pena, mas não veio daí mal ao mundo.

Um dos outros dois concertos que queria ver foi o do Benjamin Booker e este vi-o do início ao fim. Gostei muito. O gajo tem garra (todos os que estiveram em palco com ele a têm) e é um rock que me agrada – eu nem estava para escrever nada sobre o que vivi no terceiro dia do festival, mas estar aqui a ouvir Benjamin Booker com os auscultadores nos ouvidos levou-me a partilhar a música Violent Shiver.

Ei-la, é só clicar no play.

Em relação ao concerto que verdadeiramente me levou ao Alive, e que me teria levado ainda que fosse o único grupo a passar lá naquele dia, Depeche Mode, digo apenas que ainda o tenho colado à pele. Ponto. Antes deles assisti a uma boa parte do concerto dos Imagine Dragons, mas continua a ser um grupo cuja música não me mexe com os humores.

As boas surpresas dentro dos tais concertos que conseguisse apanhar foram Plastic People e Marvel Lima. Já tinha ouvido qualquer coisa de ambos, mas vim de lá convencido de que prestarei mais atenção a eles a partir dos momentos em que os vi nos palcos em que actuaram. Outra actuação de que gostei foi a do Filho da Mãe, no coreto do recinto onde decorreu o festival.

E pronto, é isto.

MIUT – Ultra 85 km numa só palavra

The will to win means nothing without the will to prepare. – Juma Ikangaa

Tenho o hábito de escrever sobre as corridas de trail running em que tenho vindo a participar nos últimos quatro anos, manifestando e partilhando convosco as experiências que vivi em cada um dos desafios que tenho enfrentado neste domínio da corrida. Salvo uma ou duas excepções, escrevi sobre todas as provas em que participei.

A Ultra 85 km do MIUT – Madeira Island Ultra Trail foi o último e o mais difícil dos desafios até hoje, quer pela distância, quer pelas características do percurso, das quais os 4700 metros de desnível acumulado positivo marcam inequivocamente uma das dificuldades (a mais significativa, diria) que caracterizam esta ultra maratona em trail.

Porém, desta vez – logo desta, tratando-se do desafio que mais me marcou até hoje – opto por resumir a minha participação na Ultra 85 km do MIUT numa só palavra: Acreditei.

Acreditei no momento em que decidi enfrentar o desafio e acreditei no momento em que submeti a minha inscrição. Acreditei desde o primeiro dos treinos do planeamento que segui ao longo de seis meses. Acreditei quando estava na partida a ouvir a contagem decrescente para o início da prova, às 07h da manhã do dia 22 de Abril de 2017. Acreditei nos momentos bons, quando me senti solto e livre, e acreditei quando parei nos postos de controlo e de abastecimento, onde descansei, comi e, num deles, no do Pico do Areeiro, troquei de t-shirt e estiquei o corpo deitando-me num colchão durante cerca de cinco minutos. Acreditei nos momentos difíceis, tendo o pior deles ocorrido aos sessenta quilómetros e condicionado o resto da corrida devido a uma dor no joelho direito que não me largou até ao fim, e acreditei quando aos oitenta quilómetros tropecei e caí, magoando o joelho esquerdo. Acreditei quando avistei a meta, a poucos minutos de distância de onde eu estava, já a bater a uma da manhã do dia seguinte ao que a corrida teve início. E acreditei quando cruzei o pórtico de chegada, oitenta e cinco quilómetros e dezoito horas e catorze minutos depois do início da corrida.

Ou seja, acreditei, acreditei, acreditei. Acreditei sempre, desde o primeiro ao derradeiro minuto, que venceria a Ultra 85 kms do Madeira Island Ultra Trail. E venci-a com a Leonor ao meu lado e a Vanda e a Francisca (que já dormia no carrinho) a acompanharem-nos do lado de lá do corredor para a meta.

Se há alguma lembrança que trago do MIUT – e há, muitas – em relação ao futuro é a capacidade reforçada para acreditar, seja na corrida ou em qualquer outro aspecto da minha vida. Fui posto à prova como nunca antes tinha sido, por minha própria iniciativa e por acreditar que atingiria o meu objectivo. Isto, meus amigos, pode não ser o suficiente para mover montanhas, mas é-o certamente para transpô-las.

Estou grato a muitas pessoas que me acompanharam ao longo da preparação nos últimos seis meses. Estou particularmente grato, antes de qualquer outra pessoa, à Vanda. Estou grato aos meus parceiros de equipa e amigos: o Zé, o Telmo e o Valter, tendo este participado também nesta ultra e com quem treinei intensamente para este nosso objectivo comum. Estou grato ao João Mota, que me prescreveu os treinos, orientou-me e deu-me a força e a motivação que só um treinador sabe dar. Estou grato aos meus amigos, amigas e familiares que me apoiaram, apesar de, possivelmente, alguns não terem noção da dimensão do que ao eu ia, nem do que ao que fui. Todas estas pessoas acreditaram em mim e por isso lhes estou grato.

O MIUT ficou-me colado na pele e não hei-de ir desta para melhor sem regressar lá.

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Fotografias: Cano FotoSports

Entre o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo

Na véspera do MIUT – Madeira Islando Ultra Trail, de que darei conta num destes dias, fui com um dos meus parceiros de corrida e amigo, o Valter, fazer o reconhecimento de um dos troços mais desafiadores desta prova de trail running: o trilho que liga o Pico Ruivo ao Pico do Areeiro. Trata-se de um local que impõe respeito. Até para fotografar senti que o devia fazer com algum cuidado.

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Duas Perdiz-vermelha a fechar este alinhamento de fotografias.

Projecto MiudosSegurosNa.Net na Praia da Vitória

A Associação de Pais e de Encarregados de Educação da EBIPV, a Escola Básica e Integrada da Praia da Vitória e a Câmara Municipal da Praia da Vitória apresentam entre os dias 26 e 29 de Março de 2017 um conjunto de quatro palestras sob o tema Segurança Online – Miúdos Seguros na Net, sendo três destinadas a crianças e jovens e uma direccionada para Pais e Encarregados de Educação e a comunidade em geral, sendo orador o fundador e dinamizador do Projecto MiudosSegurosNa.Net, Tito de Morais.

Segurança Online-001Tito de Morais fundou o Projecto MiudosSegurosNa.Net, uma iniciativa familiar que, desde 2003, ajuda famílias, escolas e comunidades a promover a utilização ética, responsável e segura das tecnologias de informação e comunicação por crianças, jovens e adultos.

Autor de centenas artigos sobre o tema, participa em acções de sensibilização e dá formação sobre este tema. É também membro do Conselho Consultivo da equipa Portuguesa do projecto EU Kids Online, uma iniciativa financiada pela Comissão Europeia e representou o Projecto MiudosSegurosNa.Net como Parceiro no Centro de Segurança Familiar da Google. Foi ainda avaliador externo do projecto “Cyber Training? Taking Action Against Cyberbullying”, financiado pela Comissão Europeia que produziu um manual para formadores no domínio do cyberbullying.

Com 18 anos de experiência profissional no uso da Internet, desenvolve a sua actividade profissional como consultor. Natural de Boston (EUA), passou a sua infância em Bagdad (Iraque) e Maputo (Moçambique), vivendo actualmente no Porto (Portugal).

Abaixo, “Os Jovens Portugueses e o uso das plataformas sociais na Internet” – Infografia vídeo.